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Bolachas deliciosas

Sexta-feira, 27.03.09

 

 

Mais uma receita da Fernanda, de quem recordo o riso musical e o colo acolhedor. Por sua causa talvez, adoro cozinhas! Sobretudo as luminosas, muito brancas, onde a luz entra logo de manhã.

 

 

                                            Bolachas deliciosas

 

500 gr. de farinha

250 gr. de manteiga

250 gr. de amêndoa

200 gr. de açúcar

canela q.b.

leite para ligar

 

Faz-se um rolo e corta-se às fatias que vão ao forno em tabuleiro untado com manteiga.

 

 

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publicado por Ana Gabriela A. S. Fernandes às 21:26

Do Baú:

Sexta-feira, 27.03.09

 

 

Verão. Paira no ar um estranho silêncio. As árvores parecem dormitar.

E as noites são tão quietas, como se esperassem, por nós, o acordar.

 

É sempre no Verão que as coisas acontecem.

Mas é no Outono que adormecem e ficam, como se passassem a fazer parte de mim.

 

Outono. Vem devagar e suave, guardar mais uns dias os dias que foram um sonho!

Ressurgem sempre de novo, as vivências que foram e se transformaram.

 

 

 

 

 

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publicado por Ana Gabriela A. S. Fernandes às 11:34

Do Baú:

Sexta-feira, 27.03.09

 

 

Há dias assim, em que imaginamos tristezas, mágoas, medos, raivas, guerras, solidões. E não sabemos o que fazer. Em que as energias nos escapam, em que os sonhos se esfumam - como se a vida hesitasse por momentos até se encontrar de novo.

Dias tristes de abandono e de cansaço.

Um dia sonharemos de novo e renovaremos as forças com a mesma certeza com que fizemos da mágoa alegria, dos olhos magoados um sabor de abraços. Mais uma vez.

 

 

 

 

 

 

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publicado por Ana Gabriela A. S. Fernandes às 11:27

Do Baú:

Sexta-feira, 27.03.09

 

                                        

 

                                          Um pouco de infinito

 

 

Por vezes perguntava-me porquê. Porquê aquele súbito entrever de um sentimento muito mais profudo, muito mais forte, mas tão fugidio, tão impenetrável! Vislumbrava-o apenas e já se esfumava, como se tivesse sido uma ilusão.

Mas não era. E eu sabia. Sentia-o ainda em mim, em todo o meu ser. Permanecia ainda a sensação de que algo de maravilhoso me penetrara, percorrera milhões de vezes a minha vida num segundo, nem tanto. E se fora.

Sentia ainda em mim a beleza desse momento vivo. Era como se tivesse compreendido de repente quem era, o que fazia ali, porque e como a vida se desenrolava entre tantas outras vidas, aparentemente desencontradas, aparentemente sem sentido. 

Parecia magia, mas não era! Era uma certeza tão sólida como todas as outras. Era como um elo entre mim e o universo, leve cumplicidade de ter encontrado, num relâmpago, o que me unia com o que até aí me parecera incongruente. 

Mas como explicar o que sentia nesses momentos? Como a linguagem é limitada! Mas como também é desnecessária!

Não sei agora, depois de tudo passar... É como se tivesse de novo regressado do infinito. Para de novo voltar.

 

 

 

 

 

 

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publicado por Ana Gabriela A. S. Fernandes às 11:09








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